A ação política de Joaquim Nabuco pautou-se pela paixão intelectual e ética em favor das reformas, muito mais do pela rotina partidária, o que fez dele uma das maiores figuras humanas do segundo reinado. Foi um dos mais ferrenhos defensores das ideias abolicionistas. A Academia Brasileira de Letras elegeu Joaquim Nabuco primeiro secretario perpétuo. Teriam sido dele as ideias de dar patronos às quarenta cadeiras e eleger expoentes da vida brasileira e não apenas profissionais de literatura. Além da imensa correspondência e dos panfletos políticos, Joaquim Nabuco deixou vasta obra literária. Minha Formação (1900), sua principal obra, foi considerada, no seu tempo, a melhor autobiografia brasileira.
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Minha formação
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